William ShakespeareSonnets

p>Os Sonetos de William Shakespeare
O texto de cada um dos Sonetos de William Shakespeare pode ser acedido clicando nos sonetos da sua escolha. Os mais populares dos Sonetos do Grande Bardo são os Sonetos 018, 029, 116, 126 e 130.

Sonnets 1 – 10
Sonete de William Shakespeare 01 Das mais belas criaturas desejamos aumentar
Sonete de William Shakespeare 02 Quando quarenta Invernos cercarão a tua fronte
Sonete de William Shakespeare 03 Olha para o teu copo e diz ao rosto que vês
Sonete de William Shakespeare 04 Amor frugal porque passas
Sonete de William Shakespeare 05 Aquelas horas que com trabalho suave emolduraram
Sonete de William Shakespeare 06 Então não deixes que a mão esfarrapada do inverno desfaça
Sonete de William Shakespeare 07 Lo no Oriente quando a luz graciosa
Sonete de William Shakespeare 08 Música para ouvir, porquê ouvir a tua música com tristeza?
William Shakespeare Sonnet 09 Será por medo molhar um olho de viúva
William Shakespeare Sonnet 10 Por vergonha negar que tens amor a qualquer

p>Sonnets 11 – 20
11 Tão rápido como tu deves diminuir tão rápido tu cresces
12 Quando eu contar o relógio que diz as horas
13 O que tu próprio foste, mas o amor que tu és
14 Não das estrelas, eu depeno o meu julgamento
15 Quando eu considero tudo o que cresce
16 Mas por que não és mais poderoso
17 Quem acreditará no meu verso a tempo de vir
Soneto de Shakespeare 18 Devo eu comparar-te a um dia de Verão?
SonetoShakespeare 19 Devorando o tempo, tu, as patas do leão
SonetoShakespeare 20 Um rosto de mulher com a própria mão da natureza p>Sonnets 21 – 30
William Shakespeare Sonnet 21 Assim não é comigo como com aquela Musa
William Shakespeare Sonnet 22 O meu copo não me persuadirá que estou velho
William Shakespeare Sonnet 23 Como um actor imperfeito no palco
William Shakespeare Sonnet 24 O meu olho tem tocado o pintor e tem
William Shakespeare Sonnet 25 Que aqueles que são a favor com as suas estrelas
William Shakespeare Sonnet 26 Senhor do meu amor, a quem em vassalagem
William Shakespeare Sonnet 27 Cansado de labuta, Apressa-me para a minha cama
William Shakespeare Sonnet 28 Como posso então regressar em feliz situação
William Shakespeare Sonnet 29 Quando em desgraça com a fortuna e os olhos dos homens
William Shakespeare Sonnet 30 Quando às sessões de doce pensamento silenciosop>Sonnets 31 – 40
31 O teu peito é cativado com todos os corações
32 Se sobreviveres ao meu dia bem contente
33 Já vi muitas manhãs gloriosas
34 Porque prometeste um dia tão bonito
35 Já não te entristeces com isso que tens

36 Deixa-me confessar que nós dois devemos ser dois
37 Como um pai decrépito se deleita
38 Como pode a minha Musa querer sujeitar-se a inventar
39 Oh como o teu valor com modos posso cantar
40 Leva todos os meus amores, meu amor, sim, levá-los todos

Sonnets 41 – 50
Sonete William Shakespeare 41 Aqueles belos erros que a liberdade comete
Sonete William Shakespeare 42 Que tu a tens não é todo o meu pesar
Sonete William Shakespeare 43 Quando a maioria pisca o olho, então é melhor ver
Sonete William Shakespeare 44 Se a substância monótona da minha carne fosse pensada
Sonete William Shakespeare 45 Os outros dois, ligeiro ar e fogo de purga
William Shakespeare Sonnet 46 O meu olho e coração estão numa guerra mortal
William Shakespeare Sonnet 47 Betwixt meu olho e coração uma liga é tomada
William Shakespeare Sonnet 48 Quão cuidadoso fui quando segui o meu caminho
William Shakespeare Sonnet 49 Contra esse tempo, se alguma vez chegar essa altura
Sonete de William Shakespeare 50 Quão pesado viajo no meu caminho

p>Sonnets 51 – 60
Sonete de William Shakespeare 51 Assim pode o meu amor desculpar a ofensa lenta
Sonete de William Shakespeare 52 Assim sou eu como o rico cuja chave abençoada
Sonete de William Shakespeare 53 Qual é a sua substância De onde és feito
Sonete de William Shakespeare 54 Oh, quanta beleza mais bela parece
Sonete de William Shakespeare 55 Nem mármore nem os monumentos dourados
Sonete de William Shakespeare 56 Doce amor renova a tua força, não seja dito
Sonete de William Shakespeare 57 Sendo teu escravo o que devo fazer senão cuidar
Sonete de William Shakespeare 58 Que Deus proíba, que me fez primeiro vosso escravo
William Shakespeare Sonnet 59 Se não houver nada de novo, mas aquilo que é
William Shakespeare Sonnet 60 Como as ondas fazem em direcção à costa de seixos p>Sonnets 61 – 70
61 É a tua vontade que a tua imagem se mantenha aberta
62 O pecado do amor próprio possui todo o meu olho
63 Contra o meu amor será como eu sou agora
64 Quando eu tiver visto pela queda da mão do Tempo desfigurada
65 Desde o latão, nem a pedra, nem a terra, nem mar sem limites
66 Cansado de todos estes por uma morte repousante
67 Ah, pelo que com infecção deve viver
68 Assim é a sua bochecha o mapa dos dias ultrapassado
69 Aquelas partes de ti que os olhos do mundo vêem
70 Que és culpado não será o teu defeito p>Sonnets 71 – 80
Sonete de William Shakespeares 71 Já não chores por mim quando estou morto
Sonete de William Shakespeares 72 O para que o mundo não te encarregue de recitar
Sonete de William Shakespeares 73 Que época do ano possas em mim contemplar

Sonete de William Shakespeares 74 Mas contenta-te quando essa prisão cair
Sonete de William Shakespeares 75 Assim és tu ao meu pensamento como alimento para a vida
Sonete de William Shakespeares Sonnet 76 Porque é o meu verso tão estéril de novo orgulho
William Shakespeares Sonnet 77 O teu copo irá mostrar-te como se vestem as tuas belezas
William Shakespeares Sonnet 78 Tantas vezes te invoquei pela minha musa
William Shakespeare Sonnet 79 Enquanto eu sozinho invoquei a tua ajuda
William Shakespeare Sonnet 80 O como eu desmaio quando escrevop>Sonnets 81 – 90
81 Ou viverei o teu epitáfio para fazer
82 Concedo que não foste casado com a minha musa
83 Nunca vi que tivesses necessidade de pintar
84 Quem é que diz mais? que pode dizer mais
85 A minha musa atada à língua, de boas maneiras, mantém-na imóvel
86 Foi a orgulhosa vela cheia do seu grande verso
87 Adeus, és demasiado querido para a minha posse
88 Quando estiveres disposto a iluminar-me
89 Diz que me abandonaste por alguma culpa
William Shakespeare Sonnet 90 Então odeia-me quando quiseres, se alguma vez, agorap>Sonnets 91 – 100
William Shakespeare Sonnet 91 Alguma glória no seu nascimento, alguns na sua habilidade
William Shakespeare Sonnet 92 Mas faz o teu pior para te roubares
William Shakespeare Sonnet 93 Assim viverei eu, supondo que sejas verdadeiro
William Shakespeare Sonnet 94 Aqueles que têm poder para magoar, e não o farão
William Shakespeare Sonnet 95 Quão doce e adorável tu fazes a vergonha
William Shakespeare Sonnet 96 Alguns dizem que a tua culpa é a juventude, alguma falta
William Shakespeare Sonnet 97 Como tem sido um inverno a minha ausência
William Shakespeare Sonnet 98 De ti tenho estado ausente na primavera
William Shakespeare Sonnet 99 A violeta dianteira assim repreendi
William Shakespeare Sonnet 100 Onde estás musa, que te esqueces de tanto tempop>Sonnets 101 – 110
101 Ó musa vadia, o que será a tua emenda
102 O meu amor é fortalecido, embora mais fraco em parecer
103 Não sei que pobreza a minha musa me traz
104 justo amigo, nunca se pode ser velho
105 Que o meu amor não se chame idolatria
106 Quando na crónica do tempo perdido
107 Nem os meus próprios medos, nem a alma profética
108 O que há no cérebro que a tinta pode caracterizar
109 O nunca diga que eu era falso de coração
110 Alas ’tis ’tis true, Fui aqui e alip>Sonnets 111 – 120
111 William Shakespeare Sonnet O para o meu bem, faz-te com o cunho da sorte
112 William Shakespeare Sonnet O teu amor e piedade enchem-te de impressão
113 William Shakespeare Sonnet Desde que te deixei, o meu olho está na minha mente

114 William Shakespeare Sonnet Ou se a minha mente, sendo coroada contigo
115 William Shakespeare Sonnet Essas linhas que eu antes escrevi, mentem
William Shakespeare Sonnet 116 Deixem-me não ao casamento de mentes verdadeiras
William Shakespeare Sonnet 117 Acusem-me assim: que eu digitalizei tudo
Soneto William Shakespeare 118 Como para tornar os nossos apetites mais aguçados
Soneto William Shakespeare 119 Que poções bebi de lágrimas de sirene
Soneto William Shakespeare 120 Que outrora me era pouco amável agorap>Sonnets 121 – 130
William Shakespeare Sonnet 121 ‘É melhor ser vil do que ser desprezível
William Shakespeare Sonnet 122 O Teu presente, as tuas mesas, estão com o meu cérebro
William Shakespeare Sonnet 123 Não, Tempo, não te gabarás que eu mudei
William Shakespeare Sonnet 124 Se o meu querido amor não fosse senão o filho de estado
William Shakespeare Sonnet 125 Não me seria nada que eu suportasse o dossel
William Shakespeare Sonnet 126 O thou, meu adorável menino, que em teu poder
William Shakespear Sonnet 127 Na velhice o preto não era contado justo
William Shakespear Sonnet 128 Quantas vezes quando tu, minha música, music play’st
William Shakespear Sonnet 129 A despesa de espírito num desperdício de vergonha
William Shakespear Sonnet 130 Os olhos da minha senhora não são nada como o solp>Sonnets 131 – 140
William Shakespear Sonnet 131 Tu és como tirano, assim como tu és
132 Os teus olhos que eu amo, e eles, como que têm piedade de mim
133 Deram-me pena daquele coração que faz o meu coração gemer
134 Assim, Agora confesso que ele é teu
135 Quem quer que tenha o teu desejo, tu tens a tua vontade
136 Se a tua alma te verificar que eu me aproximo tanto
137 Tolo Amor, o que fazes aos meus olhos
138 Quando o meu amor jurar que ela é feita de verdade
139 O não me chames para justificar o errado
140 Sê sábio como és cruel, não pressionep>Sonnets 141 – 154
141 Na fé, não te amo com os meus olhos
142 O amor é o meu pecado, e a tua querida virtude odeia
143 Lo, como uma dona de casa cuidadosa corre a apanhar
144 Dois amores que tenho, de conforto e desespero
145 Aqueles lábios que a própria mão do Amor fez
William Shake-speare – 146 Pobre alma, o centro da minha terra pecaminosa
William Shake-speare – 147 O meu amor é como uma febre, saudade ainda
William Shake-speare – 148 Ó eu, que olhos pôs o amor na minha cabeça
William Shake-speare – 149 Podes tu, ó cruel, dizer que não te amo
William Shake-speare – 150 O, de que poder tens este poderoso poder
William Shake-speare – 151 O amor é demasiado novo para saber o que é a consciência
William Shake-speare – 152 Ao amar-te tu sabes que sou renunciado
William Shake-speare -speare – 153 Cupido colocado pela sua marca e adormeceu
William Shake-speare – 154 O pequeno deus-amor deitado uma vez adormecido
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br>>p>Os Sonetos Mais Populares!
Os sonetos mais populares são

  • 126 – Ó meu menino adorável
  • 130 – Os olhos da minha senhora
  • 029 – Quando em desgraça com a sorte
  • 116 – Não me deixes casar com mentes verdadeiras
  • 18 – Devo comparar-te a um dia de Verão?

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